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4 tipos de conteúdo visual pra sua campanha de marketing

Por Julio Paiva | Content Creator Postcron.com

Texto é o que há de melhor, informa, permite nuances, entrelinhas, flexibilizar a linguagem… Mas nem só de letrinhas vive o marketing de conteúdo. Como vocês já sabem, CURTO tudo relacionado à imagem, então achei que dava pra reforçar sugerindo alguns tipos de conteúdo visual pra você usar na sua web, fanpage, newsletter, onde queira :).

conteúdo visual

Redundância: estamos na era das imagens. Esta que era privilégio de quem possuía uma câmera ou tinha habilidades como desenhista (ou pintor, ou qualquer coisa afim) está na boca, digo, na mão do povo. Todo mundo produz imagens, o tempo todo, todo o tempo. Logo, não vincular imagens em campanhas online é praticamente suicídio.

Segundo a Forbes, 65% das pessoas aprendem através de imagens. Somos visuais, curtimos a beleza, somos atraídos por imagens interessantes, intrigantes, que nos causem algum tipo de sensação. Tem um “cara” chamado Roland Barthes que algumas imagens – principalmente fotos – chamam a nossa atenção sem que saibamos objetivamente o motivo. Essa sorte de atração é chamada de Punctum; um “quê” irrestível que nos faz prestar atenção a algo, quase hipnóticamente.

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Acho que já está bastante claro que as figurinhas são importantes, ou pelo menos pra maioria da população planetária. Pois lá vai outro dado: apresentações com conteúdos visuais são 43% mais convincentes. Daí que “acho” que vale a pena abrir o leque e dar uma olhada em como aproveitar esse recurso pra lá de interessante.

Anote aí, salve nos seus bookmarks – ou compartilhe no face e encontre quando quiser :).

1. Imagens

As imagens causam fagulhas nos nossos neurônicos. Como dito acima, somos visuais e podemos entender conceitos e idéias através de uma simples foto, gravura, desenho… Nos emocionamos e causamos emoções em terceiros.

conteúdo visual

E já que a atenção dos consumidores vem ficando mais dispersa, vale-de-tudo pra chamar a atenção pra sua campanha, ou não? De fato, nosso cérebro processa uma imagem muito mais rápido que um texto. Precisamente, uma imagem é entendida 60000 vezes mais rápido que um texto; potente, digaí. Quem afirma é a 3M Corporation.

conteúdo visual

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Fotos e imagens em geral são os conteúdos mais compartilhados nas redes sociais. O formato também melhora os retweets. Tudo isso em função do efeito emocional que causa nas pessoas. Logo: mais engagement (todo mundo quer).

Segundo o Internet Retailer, a probabilildade de que alguém compre um produto após ver imagens do mesmo sobre pra 85%. Bingo!  Ah, é claro que essas imagens tem que ser de primeira qualidade.  Colocar qualquer coisa só pra entrar na onda pode lhe prejudicar, e muito. E se você vai adicionar textos na foto, tome muito cuidado, saca só o que aconteceu com a Puma.

Técnicas SEO Onde achar imagens legais? Aqui no blog tem um post genial que entrega de bandeja as melhores webs pra você nem perder tempo procurando. No Flickr dá pra procurar imagens com licença Creative Commons ou mesmo livres de direitos autorais na Advanced Search.

2. Vídeos

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É amigo, não é só a imagem fixa – não vou nem entrar nos GIFs agora – que fazem sucesso, a imagem animada também tá com tudo. Os vídeos vê ganhando espaço nas campanhas de marketing online e ficou bem mais fácil contar com o recurso. Serve pra educar, informar, entreter, dá pano pra manga.

Os vídeos permitem às empresas vincular informações que o texto, sozinho, não é capaz de conseguir. Todo mundo conhece a máxima “uma imagem vale mais do que mil palavras”, mas a imagem fica ali, na dela, o vídeo é capaz de reter a atenção por muito, muito mais tempo.

Um estudo da Forrester Research afirma que os vídeos têm 50 vezes mais chances de aparecer na primeira página de uma busca do que uma peça de conteúdo convencional.

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E já que na era digital todo mundo pode fazer suas compras sentado no sofá de casa, os consumidores já não vivem a experiência de ver o objeto ao vivo, senti-lo, tocá-lo, estar em contato direto; pois bem, os vídeos – em grande medida – são capazes de recriar a experiência offline e convencer de que representam um produto – ou ir mais fundo no caso de campanhas, ideias, conceitos. Não vou nem falar dos tutoriais, há milhares na internet, explicando em detalhe praticamente qualquer coisa.

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Resumindo: o povo ama védeos. No mundo online, o vídeo ganhou força no mundo B2C, agora está entrando com tudo no âmbito B2B. É hora de pensar nesse recurso com mais carinho e atenção, você pode estar perdendo uma grande chance.

3.Infográficos

Dizaí: quem não já abriu um infográfico só porque era atraente? Pois é, Os infográficos têm esse poder magnético, clique em mim, clique em mim, clique em mim….Mas, aviso logo: criar um infográfico requer estudo, dedicação e ter um designer à disposição; ah, e um pouco de tempo.

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Só que… vale a pena. Um infográfico é atraente para leitura, explica tudo – inclusive temas complexos -, são chamativos, tem uma  grande possibilidade de ser compartilhado e ainda por cima “duram” mais tempo que outros conteúdos.

Há várias ferramentas e páginas que podem dar uma ajuda pra você que não conta com orçamento pra contratar os melhores profissionais. Entre elas, você pode dar uma olhada na Ease.ly, Visme.co, Piktochart e a Canva.

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Agora dá pra fazer também infográficos interativos. Por exemplo, você pode incorporar um Google Form e fazer perguntas específicas e ter diretamente um feedback do material. Isso ajuda não só a dialogar com a audiência como também permite obter dados como emails ou outras informações que lhe interessem.

Os infográficos começaram a integrar muitos elementos interativos, o que aumentou a sua capacidade de reter a atenção e proporcionar conteúdo realmente rico em recursos. Você pode inserir links, vídeos, música, animações. E praticamente um ecossistema de conteúdo,

Ajuda ao SEO com códigos embed, e se transformou numa nova forma de compartilhas diferentes fontes através de um só lugar.

4. MEMEs

Hora de incluir um pouco de humor: já usou um MEME na sua campanha demarketing? O termo foi criado por Richard Dawkins, em 1976. O lance era dar à uma ideia a capacidade de se replicar com diferentes significados dependendo da pessoa a qual se relacionava – a imagem de fundo, por exemplo.

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Mas, qual é a do meme? Algumas vantagens: são fáceis de compartilhar, se relacionam à temas atuais, e têm um altíssimo poder de penetração emocional. Aliás, são um tipo de conteúdo muito buscado e consumido. o povo – também – ama os memes. Os memes são o coração do conteúdo viral, é tipo “Ei, cara, vc TEM que ver isso!”.

São um tipo de conteúdo que “cola” e que agrada quase todo mundo. Pode até ser que você não compartilhe, mas vai dar uma risadinha com o canto da boca, esse é o poder dele, o meme é carismático. O usuário da rede busca o que lhe é familiar, o meme cai como uma luva pra isso.

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Os memes também têm a capacidade de forçar o usuário a atuar, alias, são um formato realmente curioso. Tanto é que o Google lançou o The Engagement Project: Finding the Meaning in Memes. Ah, e se quiser dar uma olhada numa página do Face que construiu sua fama de forma vertiginosa com esse recurso, entra na Fanpage do Suricate Seboso; no dia de hoje, são nada menos do que mais de 3 milhões de fãs. Olha só os social signals de um post como este:

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Conteúdo visual pra que te quero!

Há outros recursos sobre os quais eu podia falar, de repente róla o reloaded de 4 tipos de conteúdos visuais pra tunnar sua campanha de marketing, mas, por enquanto, experimenta com os formatos aqui do artigo e prestenção se não dá um UP no rendimento dos seus canais de comunicação. E até o próximo artigo, neste finzinho de 2015.

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